Volume de chuva em poucas horas provoca transtornos em Araci

A cidade de Araci, na região sisaleira, registrou fortes chuvas e alagamentos na noite de quarta-feira (19). Em alguns bairros, moradores ficaram ilhados dentro de casa, com a água chegando à altura do joelho.De acordo com a prefeitura, não houve registro de ocorrências graves até a manhã desta quinta-feira (20). Ainda assim, equipes das secretarias municipais foram deslocadas para áreas consideradas de risco, com o objetivo de prevenir acidentes e reduzir os impactos causados pela chuva.

A forte chuva pegou muitos araciense de surpresa, já que a região vinha sofrendo com a seca prolongada. A quantidade elevada de água em pouco tempo acabou sobrecarregando a drenagem da cidade, resultando nos pontos de alagamento registrados.

Dois pontos de apoio foram montados para acolher possíveis famílias desabrigadas:

  • Centro Paroquial (Escola Nilton Santiago)
  • Escola Erasmo

Segundo a gestão municipal, as unidades funcionam como abrigos provisórios caso a situação piore.

Além de Araci, outras cidades da região também registraram chuva intensa, porém sem alagamentos.

Prefeita Keinha visita áreas alagadas

Após as fortes chuvas, a prefeita Keinha esteve nas ruas acompanhando de perto os pontos mais críticos da cidade. Um dos locais visitados foi o Bairro do Coqueiro, considerado um dos mais afetados pelo volume de água. Segundo a prefeita, a situação chamou sua atenção pela intensidade das chuvas: “Eu já vi muita água em Araci, mas a chuva de hoje está sendo assustadora”, destacou Keinha, reforçando que o município vive um momento atípico e de grande preocupação. Durante a vistoria, Keinha pediu apoio dos deputados, por meio de emendas parlamentares, para auxiliar na recuperação das áreas danificadas e na execução de obras estruturantes que evitem novos transtornos. Ela também solicitou ao governador Jerônimo Rodrigues uma atenção especial ao município diante dos impactos provocados pelo temporal. Equipes da Prefeitura seguem monitorando as áreas afetadas e prestando suporte às famílias atingidas.

Fonte: Voz do Campo