Ausência de sintomas, exames clínicos e cardíacos normais, e a pessoa é portadora do parasita e pode evoluir para formas clínicas no futuro.

b) Forma crônica determinada:

Cardíaca: falta de ar, palpitações, tonturas ou desmaios, dor no peito, inchaço nas pernas, insuficiência cardíaca, arritmias e risco de morte súbita.

Digestiva: dificuldade para engolir (megaesôfago), regurgitação de alimentos, dor torácica, prisão de ventre crônica (megacólon) e distensão abdominal.

Há também a forma mista com associação de manifestações cardíacas e digestivas.

Uma vez controlada a transmissão pelas vias vetorial e transfusional, a via vertical (mãe-filho) adquiriu maior importância na transmissão da infecção chagásica pelo país. A alta possibilidade de cura da Doença de Chagas Congênita (DCC) faz com que seu diagnóstico precoce seja fundamental.

Fonte: A.Cidade