Diretor do presídio de Paulo Afonso, acusado de matar empresária, é exonerado do cargo; suspeito foi preso no hospital

O diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, que é suspeito de matar a própria namorada a tiros em um hotel de Aracaju (SE), foi exonerado do cargo. Mesmo estando internado após o crime, o homem foi preso em flagrante.

A exoneração foi divulgada nesta segunda-feira (23) pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap-BA). Segundo a pasta, a decisão será publicada na edição de terça (24), no Diário Oficial do Estado (DOE).

Segundo o Pa4, o homem acusado de matar a empresária Flávia Barros, havia sido nomeado para o cargo em maio do ano passado..

Ainda segundo o Pa4, a Polícia Civil de Aracaju confirmou que o suspeito está formalmente preso em flagrante e deverá responder criminalmente no estado, mesmo permanecendo hospitalizado.

 

Diretor de presídio suspeito de matar empresária havia iniciado namoro uma semana antes de crime

O diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, no Norte baiano, suspeito de matar a namorada, havia iniciado o relacionamento há cerca de uma semana. O crime ocorreu neste domingo (22), em um hotel em Aracaju, capital de Sergipe (SE). A vítima, Flávia Barros, de 38 anos, era empresária e residia em Paulo Afonso.

O casal havia viajado junto para Aracaju, onde participou de um show do cantor Rey Vaqueiro na noite do último sábado (21).

Segundo informações de amigas da vítima, os dois se conheciam desde novembro do ano passado, mas o pedido formal de namoro foi feito por ele no dia 15 de março, data em que Flávia comemorou o aniversário. O crime aconteceu dentro de um quarto de hotel. Após efetuar disparos contra Flávia, ele tentou tirar a própria vida. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), onde permanece em estado grave.

O corpo de Flávia Barros começou a ser velado ainda na noite deste domingo. O sepultamento está previsto para ocorrer nesta segunda-feira (23), às 16h, em um cemitério de Canindé de São Francisco, em Sergipe.

O suspeito é policial penal e bacharel em Direito. De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap-BA), ele não responde a processos administrativos disciplinares.

Em nota, a pasta informou ainda que o servidor tinha histórico funcional considerado regular e vinha exercendo funções de gestão sem registros de condutas incompatíveis com o cargo ou indícios de instabilidade emocional.

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